COMO FAZER BOAS COMPRAS EM BRECHÓS?

~ 25 outubro, 2009

Olá Amigas !!!!!!

Vamos falar sobre uma febre que já faz algum tempo contagiou as fashionistas de plantão e os alternativos.
Os brechós que foram redescobertos a algum tempo.
O que antes era opção para os menos favorecidos, ou o pessoal dá classe artística que garimpava figurino para produções, hoje é opção para os mais descolados que garimpam peças com charme de épocas passadas, com cara de que sairam do guarda -roupa da vovó e o mais atraente com os preços que são verdadeiras pechinchas.
Como mostrou a Atriz Thalma de Freitas freqüentadora de brechó assumida.
No programa Tamanho Único da GNT, a atriz abriu o seu guarda roupa, grande parte garimpado em brechós e mostrou o modelo(esse aí da foto) do designer japonês Issey Miyaki* comprado pela bagatela de 200,00 reais num brechó.
Mas comprar num brechó exige muitas coisas a primeira é educar o olhar, passar do deslumbramento para a sensatez para não sair montada como um personagem de época.
Segundo se acostumar com os shapes diferentes, tecidos, e proporções, mas de tudo isso o mais importante são os detalhes práticos para começar a ser um boa compradora de brechó, então vamos a eles:

1. Na hora de comprar roupas, verifique as costuras. Não custa dar uma puxadinha para saber como elas andam. A menos que você ame a peça não leve nada que esteja rompido.
Buraquinhos pode ser indícios de roupa atacada por traças. CUIDADO!

2.Algumas pessoas enviam as roupas para a lavanderia antes de vendê-las ao brechó, mas é sempre bom mandar lavar as peças antes de usar. Tanto por uma questão de higiene, quanto por um questão energética, há quem diga que a roupa carrega a energia de quem usa. Na dúvida melhor levar isso em consideração.

3.Sapatos nem sempre estão bem conservados, mas não há nada que uma boa engraxada e impermeabilizante não resolvam. Cuidado com peças que estejam com o couro ressecado ou já rachado. Em alguns casos, é possível conviver ou remediar o problema, então use bom senso.

4. E sempre interessante investigar a procedência das peças que o brechó adquire e observar a iluminação, se o lugar é arejado, como as roupas são armazenadas.
Enfim os mesmos cuidados que você tomaria em qualquer outra loja.

5. Quanto aos acessórios preste atenção nos materiais, por que dependo do material o acessório pode ter cara de novo.

E enquanto procura raridades do mundo da moda, aproveite para garimpar postêrs antigos, discos, k7 dentre outros tesouros.

Então garotas e garotos depois dessas dicas está decretado o período de garimpo aos brechós do Brasil.
E não esqueçam, quando forem visitar a vovó não deixe de dar uma olhadinha naquele bauzinho charmoso que ela guarda no quarto, lá pode está um peça super charmosa com cara de brechó.


Issey Miyaki*, nasceu em Hiroshima, no Japão. Depois de concluir sua formação acadêmica na Universidade Tama, em Tóquio, em 1964, ele foi para Paris, para estudar moda.
Sua primeira experiência com uma Maison de alta costura foi com a grife Guy Laroche, para a qual passou a desenhar em 1966. Dois anos depois, ia para a Maison Givenchy, onde ficou pouco tempo. Em 1968, tomava o rumo dos Estados Unidos, mais precisamente de Nova York.
Miyake afinal começou sua escalada, mostrando um estilo baseado em roupas superpostas, com peças que envolviam o corpo feminino com leveza, prometendo uma dose extra de conforto.
Em 1977, uma elite de vanguarda descobriu a beleza das formas que o estilista criava, assim como a textura de suas roupas, que tinham sem dúvida uma forte influência oriental, mas que propunham uma forma ocidental de uso. De lá para cá, o prestígio de Issey Miyake só foi se consolidando, e o estilista passou a fazer parte de uma das mais fortes escolas de tendências de moda do Japão do século 20, denominada new japan style, que é a moda japonesa internacionalmente conhecida. Como ele costuma afirmar, a forte tradição de seu país, e a riqueza de seu passado, são suas fontes de inspiração, sem, mas são apenas uma espécie de plataforma de lançamento para as roupas do novo século.




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